
Novo líder do PSD conta com Paulo Rangel e Aguiar-Branco
Pedro Passos Coelho aproveitou o discurso da vitória para deixar alguns avisos ao Governo de José Sócrates, nomeadamente no que diz respeito à votação do Programa de Estabilidade e Crescimento.
«Vamos ter um PSD determinado, apostado em não abrir crises políticas, mas que não andará com o Governo ao colo e que não votará nem suportará aquilo com que não concorda. Vamos ajudar o Governo a vencer as dificuldades, mas vamos fazê-lo com as nossas ideias», disse.
Rangel: «O PSD pode contar com a minha disponibilidade»
Aguiar-Branco: «Não tivemos camiões, call-centers ou claques»
«Vamos ter um PSD determinado, apostado em não abrir crises políticas, mas que não andará com o Governo ao colo e que não votará nem suportará aquilo com que não concorda. Vamos ajudar o Governo a vencer as dificuldades, mas vamos fazê-lo com as nossas ideias», disse.
Rangel: «O PSD pode contar com a minha disponibilidade»
Aguiar-Branco: «Não tivemos camiões, call-centers ou claques»
O novo líder dos sociais-democratas considera que este foi «um resultado muito importante para o PSD e para o país», tendo felicitado os derrotados da noite.
«Já falei com Paulo Rangel e Aguiar-Branco e demonstrei-lhes a minha intenção e o meu propósito de os ver envolvidos na primeira linha da intervenção política do PSD», referiu, precisando depois que conta com os adversários no Parlamento Europeu e no Parlamento nacional, respectivamente.
Castanheira Barros: o partido unido com a expressiva vitória de Passos Coelho
Quanto à sua antecessora, Passos Coelho prestou «homenagem» a Manuela Ferreira Leite, reconhecendo que «também ela é um activo do PSD», apesar de «não ter reconhecido a possibilidade de poder alcançar um resultado mais positivo» nas eleições que disputou.
«O país sabe que o PSD decidiu mudar, este foi um resultado muito expressivo, não houve um cheque em branco. Tenho a certeza que o PSD me deu um voto de confiança para poder liderar o partido», acrescentou.
Passos Coelho defendeu a sua «liderança inequívoca» num partido que «deu a mostra de que não está dividido». «O PSD está interessado em começar, agora sim, o seu trabalho de se abrir ao país, aos portugueses, para encontrar melhores soluções e um melhor programa que sirva Portugal», reforçou.
Mas o candidato assumiu que as lutas a travar serão duras: «Este meu mandato é um mandato em que todos estaremos à prova.»
«Já falei com Paulo Rangel e Aguiar-Branco e demonstrei-lhes a minha intenção e o meu propósito de os ver envolvidos na primeira linha da intervenção política do PSD», referiu, precisando depois que conta com os adversários no Parlamento Europeu e no Parlamento nacional, respectivamente.
Castanheira Barros: o partido unido com a expressiva vitória de Passos Coelho
Quanto à sua antecessora, Passos Coelho prestou «homenagem» a Manuela Ferreira Leite, reconhecendo que «também ela é um activo do PSD», apesar de «não ter reconhecido a possibilidade de poder alcançar um resultado mais positivo» nas eleições que disputou.
«O país sabe que o PSD decidiu mudar, este foi um resultado muito expressivo, não houve um cheque em branco. Tenho a certeza que o PSD me deu um voto de confiança para poder liderar o partido», acrescentou.
Passos Coelho defendeu a sua «liderança inequívoca» num partido que «deu a mostra de que não está dividido». «O PSD está interessado em começar, agora sim, o seu trabalho de se abrir ao país, aos portugueses, para encontrar melhores soluções e um melhor programa que sirva Portugal», reforçou.
Mas o candidato assumiu que as lutas a travar serão duras: «Este meu mandato é um mandato em que todos estaremos à prova.»
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