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segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Passos Coelho não vai «andar com o Governo ao colo»

Novo líder do PSD conta com Paulo Rangel e Aguiar-Branco
Pedro Passos Coelho aproveitou o discurso da vitória para deixar alguns avisos ao Governo de José Sócrates, nomeadamente no que diz respeito à votação do Programa de Estabilidade e Crescimento.
«Vamos ter um PSD determinado, apostado em não abrir crises políticas, mas que não andará com o Governo ao colo e que não votará nem suportará aquilo com que não concorda. Vamos ajudar o Governo a vencer as dificuldades, mas vamos fazê-lo com as nossas ideias», disse.
Rangel: «O PSD pode contar com a minha disponibilidade»
Aguiar-Branco: «Não tivemos camiões, call-centers ou claques»
«Vamos ter um PSD determinado, apostado em não abrir crises políticas, mas que não andará com o Governo ao colo e que não votará nem suportará aquilo com que não concorda. Vamos ajudar o Governo a vencer as dificuldades, mas vamos fazê-lo com as nossas ideias», disse.
Rangel: «O PSD pode contar com a minha disponibilidade»
Aguiar-Branco: «Não tivemos camiões, call-centers ou claques»
O novo líder dos sociais-democratas considera que este foi «um resultado muito importante para o PSD e para o país», tendo felicitado os derrotados da noite.
«Já falei com Paulo Rangel e Aguiar-Branco e demonstrei-lhes a minha intenção e o meu propósito de os ver envolvidos na primeira linha da intervenção política do PSD», referiu, precisando depois que conta com os adversários no Parlamento Europeu e no Parlamento nacional, respectivamente.
Castanheira Barros: o partido unido com a expressiva vitória de Passos Coelho
Quanto à sua antecessora, Passos Coelho prestou «homenagem» a Manuela Ferreira Leite, reconhecendo que «também ela é um activo do PSD», apesar de «não ter reconhecido a possibilidade de poder alcançar um resultado mais positivo» nas eleições que disputou.
«O país sabe que o PSD decidiu mudar, este foi um resultado muito expressivo, não houve um cheque em branco. Tenho a certeza que o PSD me deu um voto de confiança para poder liderar o partido», acrescentou.
Passos Coelho defendeu a sua «liderança inequívoca» num partido que «deu a mostra de que não está dividido». «O PSD está interessado em começar, agora sim, o seu trabalho de se abrir ao país, aos portugueses, para encontrar melhores soluções e um melhor programa que sirva Portugal», reforçou.
Mas o candidato assumiu que as lutas a travar serão duras: «Este meu mandato é um mandato em que todos estaremos à prova.»
«Já falei com Paulo Rangel e Aguiar-Branco e demonstrei-lhes a minha intenção e o meu propósito de os ver envolvidos na primeira linha da intervenção política do PSD», referiu, precisando depois que conta com os adversários no Parlamento Europeu e no Parlamento nacional, respectivamente.
Castanheira Barros: o partido unido com a expressiva vitória de Passos Coelho
Quanto à sua antecessora, Passos Coelho prestou «homenagem» a Manuela Ferreira Leite, reconhecendo que «também ela é um activo do PSD», apesar de «não ter reconhecido a possibilidade de poder alcançar um resultado mais positivo» nas eleições que disputou.
«O país sabe que o PSD decidiu mudar, este foi um resultado muito expressivo, não houve um cheque em branco. Tenho a certeza que o PSD me deu um voto de confiança para poder liderar o partido», acrescentou.
Passos Coelho defendeu a sua «liderança inequívoca» num partido que «deu a mostra de que não está dividido». «O PSD está interessado em começar, agora sim, o seu trabalho de se abrir ao país, aos portugueses, para encontrar melhores soluções e um melhor programa que sirva Portugal», reforçou.
Mas o candidato assumiu que as lutas a travar serão duras: «Este meu mandato é um mandato em que todos estaremos à prova.»
Passos Coelho vence PSD mas perde na Madeira
Pedro Passos Coelho é o novo presidente do PSD, tendo alcançado uma vitória folgada a nível nacional, com uma votação a rondar os 61 por cento, mas sem contar com a ajuda da Madeira, única região onde não ganhou. Os militantes do PSD-Madeira votaram em contra-ciclo e em massa em Paulo Rangel, que recolheu 86 por cento dos votos, enquanto Pedro Passos Coelho não foi além dos 12 por cento. Os resultados apurados na Região mostram que os apelos ao voto dirigidos por Alberto João Jardim e por outros dirigentes madeirenses foram seguidos pela maioria dos militantes. Assim, dos 2.240 inscritos, 1.950 votaram em Paulo Rangel, 256 em Pedro Passos Coelho, 14 em José Pedro Aguiar-Branco e apenas 4 em Castanheira Barros. Apesar desta derrota na Madeira, na sua declaração de vitória, já perto das 01h00 desta madrugada, Pedro Passos Coelho afirmou que conta com todos os militantes para ganhar a confiança dos portugueses, incluindo os das regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Jardim sem comentáriosConhecida a vitória no plano nacional de Pedro Passos Coelho, o líder do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, disse estar "consumada a eleição, não há comentários a fazer". Ao sair da sede da Rua dos Netos, escusou-se a fazer mais comentários aos resultados das eleições internas do partido. Pedro Passos Coelho ouviu ontem em directo o seu adversário na corrida à liderança do PSD José Pedro Aguiar-Branco defender que não deverá haver excluídos no partido, e prometeu que "não haverá". Passos Coelho ouviu o discurso de Aguiar-Branco na sala da sua sede de campanha onde se encontrava a comunicação social, rodeado por repórteres de imagem e tendo ao seu lado os apoiantes Marco António Costa, Luís Montenegro e Mira Amaral. Logo no início do discurso, quando Aguiar-Branco o felicitou pela vitória, Passos Coelho acenou com a cabeça em sinal de agradecimento. Depois, quando o líder parlamentar do PSD defendeu que não deverá haver excluídos nem ostracizados no partido, Passos Coelho disse: "Não haverá". Na reacção aos resultados, Paulo Rangel disse ter sido um "privilégio" como experiência política e pessoal ter sido candidato à liderança do PSD. O eurodeputado prometeu colaborar com a nova direcção social democrata. "O partido pode contar, e o novo presidente, com a minha disponibilidade primeiro como eurodeputado eleito pelos portugueses o ano passado e agora como militante para colaborar num grande projecto social democrata que seja uma verdadeira alternativa àquele que foi o único adversário que tivemos nestas eleições, que foi o PS", enfatizou. Lembrando que teve sempre ao longo dos anos uma intervenção política e cívica, Paulo Rangel assegurou que terá uma "atitude de lealdade". "Como militante que sou há quatro anos, nunca ninguém me ouviu pôr numa posição de dissidência ou divergência com as direcções", lembrou. Ponta de sol 'rebelde'O Funchal já votou em candidatos que não eram os favoritos de Alberto João Jardim, como aconteceu com Pedro Passos Coelho nas anteriores eleições internas. Mas ontem todos os concelhos, incluindo aquele que tem Miguel Albuquerque como presidente, seguiram as orientações superiores. Refira-se, a título de curiosidade, que foi na Ponta do Sol que Passos Coelho alcançou a melhor votação (21%) na Madeira, seguindo-se o Funchal (19%) e Porto Moniz (11%). Nos restantes concelhos, o novo líder nacional não foi além dos 10%.
Miguel Fernandes Luís com LUSA
Miguel Fernandes Luís com LUSA
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Eleição do Presidente da CPN - 26 de Março
Realiza-se no dia 26 de Março de 2010, a eleição directa do Presidente da Comissão Política Nacional.
Todas as informações relativas à eleição, estarão aqui disponíveis.
Regulamento
Cronograma
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