Não me quiseram ouvir, ou não quiseram lutar. E mais grave o País estará, se o tempo continuar a dar razão ao que venho dizendo e escrevendo. Percebem, agora, porquê tanta campanha contra a Madeira e contra mim...Convém lembrar certas coisas, para demonstrar quem afinal tinha razão.
Não porque isso dê qualquer conforto, agora. O mal está feito e os Portugueses aturam-no.
Mas não digam que não avisei.
E alguns não digam que não se solidarizaram com as reacções contrárias, hostis e rascas de então, porque, mais uma vez «politicamente correctos», também se «indignaram», feitos «idiotas úteis».
Convém lembrar que há uns anos atrás, quando Durão Barroso, então líder nacional do Partido Social Democrata e ainda na Oposição, uma Festa do Chão da Lagoa mais uma vez ganhou particular repercussões, que aliás todas têm.
A propaganda esquerdóide, com instruções e combinada para censurar ou distorcer tudo o que à Madeira diga respeito, quando se trata do Chão da Lagoa, não se contem. Explode mesmo.
E a malta cá a se rir. Numa «democracia» como esta da III República, até dá gozo ser oposição ao próprio Sistema político-constitucional, que não apenas essa banalidade da mera oposição partidária.
Ora, nesse ano, que fez explodir os situacionistas aperaltados e engomadinhos do «politicamente correcto», a par da «esquerda» rasca e de todos os seus serventuários?
Para já, Durão Barroso, numa das mais excelentes intervenções que já se ouviram no Chão da Lagoa durante todos estes anos, terminou o discurso proclamando: «Viva a Madeira Livre!».
Aí, já as «virgens» sacerdotais do Sistema, bem como a sua «guarda pretoriana do pensamento único», passaram-se!
A Madeira não podia ser livre!
É a «esquerda» que temos...
Livre é sinónimo de independência, lá arrotaram esses analfabetos e incultos que aturamos e, ainda por cima, pagamos. A tal «cultura de esquerda» em que o contribuinte sustenta «companhias de teatro» com mais actores em cima do palco, do que público na plateia! Ou «filmes» que ninguém vê.
Voltando a esse ano no Chão da Lagoa, o escandalizado ruborizante – e são «vermelhuscos»!... – das mesmas «virgens» e «guarda pretoriana», mais ainda redundou no usual e gozativo histerismos político, por causa também da minha intervenção.
Dissertava eu sobre a influência das três Instituições – Pilares de mais de oito séculos de Nação Portuguesa, a Igreja, a Universidade e as Forças Armadas, que parecia declinar, bem como sobre tal inconveniente, grave para os Portugueses.
E avisei que Portugal – já então – se encontrava nas mãos de três grandes lóbis: o lóbi do Grande Capital; o lóbi da comunicação «social»; e o lóbi «gay».
Falar de lóbis, não é discriminar. É chamar a atenção para a inconveniência da força desproporcionada que possam ter ou ganhar numa sociedade.
Passaram-se anos.Pergunto, eu não tinha razão?!...
Outra.
Alguns poucos anos depois, noutra intervenção já como presidente do Governo Regional da Madeira, denunciei que a entrada de certo comércio asiático, em Portugal, estava a prejudicar Empresários portugueses e tenderia a agravar a nossa Economia.
Então, as mesmas referidas «virgens» e a «guarda pretoriana» deste Sistema Político que gramamos e que nos está imposta sem Referendo – só pode haver Direito ao Referendo, quando convém à «esquerda» – logo tais hipócritas me acusaram de «xenofobia».
Logo eu...
Passaram-se anos.
Pergunto, eu não tinha razão?!...Agora e no estado a que Portugal chegou, por favor não venham dizer que, a tempo, eu não alertei para um certo número de ameaças.
Não me quiseram ouvir, ou não quiseram lutar.
E mais grave o País estará, se o tempo continuar a dar razão ao que venho dizendo e escrevendo.
Percebem, agora, porquê tanta campanha contra a Madeira e contra mim, bem como os montantes de dinheiro investidos e gastos nessas campanhas?...
Artigo de Opinião de : Alberto João Jardim
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