quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

JSD marca Conselho para Março próximo

A JSD Madeira tem agendado para Março o I Conselho Regional temático da JSD em 2010. Essa decisão foi revelado ontem Vânia Jesus, presidente da Juventudade Solcial Democrata, depois da realização de uma reunião onde também se falou do Orçamento de Estado e de “manobras de ocultação” e ainda da corrida à liderança do PSD nacional, para o qual é dada liberdade de voto. Contudo, a dirigente diz que é altura de iniciar um novo ciclo no partido.

A Comissão Política Regional da Juventude Social Democrata - Madeira marcou ontem para Março, o Conselho Regional Temático da JSD de 2010. Segundo revelou Vânia de Jesus, presidente da JSD, no final do encontro que decorreu na sede do partido, na próxima semana haverá uma outra reunião onde serão descutidas questões como o tema e o lugar onde se irá realizar.
Na reunião de ontem para analisar a situação política actual e programar as actividades e projectos políticos para 2010, com todos os órgãos regionais e órgãos locais concelhios da JSD, outros pontos estiveram em cima da mesa como o Orçamento de Estado, a corrida à liderança do PSD nacional e o plano de actividades da JSD-M para o corrente ano.
Relativamente ao Orçamento de Estado, sublinha que esta governação se «resume em manobras de ocultação e de mentiras, nas quais, uma vez mais, a Madeira e a Lei das Finanças Regionais, serviram de distracção, quando, na verdade, os portugueses deveriam era questionar e exigir a verdade das contas do Estado, a verdade dos números do desemprego, a verdade dos motivos pelos quais se pediram pesados sacrifícios desde 2005 e estamos pior do que estávamos desde que mandaram todos os portugueses apertar o cinto». A este propósito, sublinhou que a JSD apresentará aos deputados do PSD Madeira na Assembleia da República, propostas, nas mais diversas áreas, a apresentar em sede de discussão na especialidade.
Finalmente, a propósito da corrida à liderança do partido a nível nacional, Vânia Jesus deixa claro que a JSD Madeira não vinculará a posição da estrutura a qualquer candidato perfilado. E, nesse sentido, sublinha que dará liberdade de voto aos seus militantes, sendo que qualquer posição pública de apoio constituirá posição pessoal e nunca vinculando a estrutura. Em jeito de remate, sublinha que para a JSD Madeira, independentemente da pessoa que o protagonize, «é altura de iniciar um novo ciclo no PSD com outro estado de espírito, de ideias e com projectos políticos que coloquem Portugal na vanguarda do desenvolvimento».

Quem tinha razão?...

Não me quiseram ouvir, ou não quiseram lutar. E mais grave o País estará, se o tempo continuar a dar razão ao que venho dizendo e escrevendo. Percebem, agora, porquê tanta campanha contra a Madeira e contra mim...
Convém lembrar certas coisas, para demonstrar quem afinal tinha razão.
Não porque isso dê qualquer conforto, agora. O mal está feito e os Portugueses aturam-no.
Mas não digam que não avisei.
E alguns não digam que não se solidarizaram com as reacções contrárias, hostis e rascas de então, porque, mais uma vez «politicamente correctos», também se «indignaram», feitos «idiotas úteis».
Convém lembrar que há uns anos atrás, quando Durão Barroso, então líder nacional do Partido Social Democrata e ainda na Oposição, uma Festa do Chão da Lagoa mais uma vez ganhou particular repercussões, que aliás todas têm.
A propaganda esquerdóide, com instruções e combinada para censurar ou distorcer tudo o que à Madeira diga respeito, quando se trata do Chão da Lagoa, não se contem. Explode mesmo.
E a malta cá a se rir. Numa «democracia» como esta da III República, até dá gozo ser oposição ao próprio Sistema político-constitucional, que não apenas essa banalidade da mera oposição partidária.
Ora, nesse ano, que fez explodir os situacionistas aperaltados e engomadinhos do «politicamente correcto», a par da «esquerda» rasca e de todos os seus serventuários?
Para já, Durão Barroso, numa das mais excelentes intervenções que já se ouviram no Chão da Lagoa durante todos estes anos, terminou o discurso proclamando: «Viva a Madeira Livre!».
Aí, já as «virgens» sacerdotais do Sistema, bem como a sua «guarda pretoriana do pensamento único», passaram-se!
A Madeira não podia ser livre!
É a «esquerda» que temos...
Livre é sinónimo de independência, lá arrotaram esses analfabetos e incultos que aturamos e, ainda por cima, pagamos. A tal «cultura de esquerda» em que o contribuinte sustenta «companhias de teatro» com mais actores em cima do palco, do que público na plateia! Ou «filmes» que ninguém vê.
Voltando a esse ano no Chão da Lagoa, o escandalizado ruborizante – e são «vermelhuscos»!... – das mesmas «virgens» e «guarda pretoriana», mais ainda redundou no usual e gozativo histerismos político, por causa também da minha intervenção.
Dissertava eu sobre a influência das três Instituições – Pilares de mais de oito séculos de Nação Portuguesa, a Igreja, a Universidade e as Forças Armadas, que parecia declinar, bem como sobre tal inconveniente, grave para os Portugueses.
E avisei que Portugal – já então – se encontrava nas mãos de três grandes lóbis: o lóbi do Grande Capital; o lóbi da comunicação «social»; e o lóbi «gay».
Falar de lóbis, não é discriminar. É chamar a atenção para a inconveniência da força desproporcionada que possam ter ou ganhar numa sociedade.
Passaram-se anos.Pergunto, eu não tinha razão?!...
Outra.
Alguns poucos anos depois, noutra intervenção já como presidente do Governo Regional da Madeira, denunciei que a entrada de certo comércio asiático, em Portugal, estava a prejudicar Empresários portugueses e tenderia a agravar a nossa Economia.
Então, as mesmas referidas «virgens» e a «guarda pretoriana» deste Sistema Político que gramamos e que nos está imposta sem Referendo – só pode haver Direito ao Referendo, quando convém à «esquerda» – logo tais hipócritas me acusaram de «xenofobia».
Logo eu...
Passaram-se anos.
Pergunto, eu não tinha razão?!...Agora e no estado a que Portugal chegou, por favor não venham dizer que, a tempo, eu não alertei para um certo número de ameaças.
Não me quiseram ouvir, ou não quiseram lutar.
E mais grave o País estará, se o tempo continuar a dar razão ao que venho dizendo e escrevendo.
Percebem, agora, porquê tanta campanha contra a Madeira e contra mim, bem como os montantes de dinheiro investidos e gastos nessas campanhas?...
Artigo de Opinião de : Alberto João Jardim

domingo, 14 de fevereiro de 2010

XXXIII Congresso Nacional - 9, 10 e 11 Abril

Realiza-se nos dias 9, 10 e 11 de Abril de 2010, em Lisboa, o XXXIII Congresso Nacional do Partido Social Democrata.
Todas as informações relativas ao Congresso estarão aqui disponíveis:

Eleição do Presidente da CPN - 26 de Março

Realiza-se no dia 26 de Março de 2010, a eleição directa do Presidente da Comissão Política Nacional.
Todas as informações relativas à eleição, estarão aqui disponíveis.
Regulamento
Cronograma

XXXII Congresso Nacional - 13 e 14 de Março

Realiza-se nos dias 13 e 14 de Março de 2010, em Lisboa, o XXXII Congresso Nacional do Partido Social Democrata.
Todas as informações relativas ao Congresso estarão aqui disponíveis:
Regulamento
Cronograma
Rateio de delegados

PSD com eleições directas a 26 de Março

O PSD vai decidir o novo presidente do partido a 26 de Março, através de eleições directas. O Conselho Nacional social-democrata aprovou, também, a realização de um congresso extraordinário para 13 e 14 de Março e um congresso electivo a 9, 10 e 11 de Abril.Pedro Santana Lopes, ex-primeiro-ministro, foi o primeiro a sair do encontro de seis horas e mostrou satisfação pelas decisões tomadas, considerando que «são boas para o partido», citado pela TSF.